Saúde mental

  1. Alimentação, relacionamentos e emoções

    Por meio do eixo cérebro-intestino, o intestino humano tem a capacidade de influenciar o funcionamento de órgãos e tecidos. Além dele, os neurotransmissores, substâncias produzidas pelos neurônios, influenciam estados emotivos, sensações de prazer e felicidade. Por isso, o intestino e os neurônios se relacionam com saúde mental.

    Os alimentos consumidos, aliados a hábitos saudáveis, têm o poder de prover energia, alegria e bom humor. Para combater a depressão, a ansiedade e favorecer a saúde mental, é importante priorizar alimentos frescos e naturais, evitando àqueles passam por processos industriais e contém aditivos alimentares, além de carboidratos refinados e farináceos.

    Veja abaixo:

     

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  2. A saúde mental e a sua importância na pandemia

    27 de agosto é dia de homenagear um profissional que tem sido de suma importância neste momento: o psicólogo. A saúde mental e os problemas enfrentados por grande parte da sociedade brasileira – como a ansiedade, depressão, crise do pânico e fobias – junto a limitação do ir e vir e do convívio social tornaram-se pauta junto a pandemia.

     

    Para que a saúde mental, pensamentos, ideias e sentimentos estejam em equilíbrio, é necessário um cuidado especial e acompanhamento profissional. O psicólogo cura com a palavra: é ele quem ajuda o ser humano a racionalizar emoções confusas e incompreensíveis, além de auxiliá-lo a lidar com os diversos acontecimentos e questões do cotidiano.

     

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  3. Janeiro Branco e as doenças mentais

    Todo cuidado conta é o tema do Janeiro Branco, campanha voltada à saúde mental.

    Fábio Luz é médico psiquiatra e, em conversa com o Grupo Total, fala sobre a saúde mental como um cuidado necessário a nossa saúde. Também, aborda as doenças mentais na atualidade; a pandemia do novo Coronavírus; o papel da imprensa; a incidência de casos psiquiátricos; e sinais de atenção.

    Assista a entrevista completa abaixo e pergunte-se: como você cuida da sua saúde mental hoje?

     

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  4. Abril Azul: Autismo e inclusão social em tempos de Coronavírus

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada 160 crianças no mundo tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o que conhecemos mais popularmente como autismo.  A campanha Abril Azul foi criada com o intuito de trazer mais visibilidade ao tema. O autismo é um problema psiquiátrico que pode dar sinais já nos primeiros meses de vida, mas costuma ser identificado em crianças entre 1 e 3 anos. O desenvolvimento físico da pessoa com autismo não é afetado em nada pela sua condição psiquiátrica. No entanto, o autista tem dificuldade em se comunicar e em firmar relações sociais ou afetivas.

    Mesmo não estando no grupo de risco da Covid-19, esta nova doença traz grande preocupação para os pais de crianças autistas pela principal forma de prevenção: o isolamento social em casa. Além de prejudicar na inclusão social dessas crianças, elas precisam manter uma rotina, pois é um fator que as acalma. Por isso é preciso ter muita calma e compreensão nesse período, pois as pessoas com TEA devem ficar mais agressivas, irritadas e impacientes. Durante a quarentena, é preciso estabelecer uma nova rotina em casa, conferindo previsibilidade aos acontecimentos do dia e tentar manter algumas das atividades que já faziam parte da rotina anterior, como atividades escolares, por exemplo.

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  5. O mal da depressão

    Finalizando o mês da saúde mental, um mal que vem assolando cada vez mais pessoas e já faz parte do dia a dia de grande parte dos brasileiros. A depressão é uma doença grave, que leva o indivíduo a consequências ainda piores. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão, ou seja, cerca de 12 milhões de pessoas, tornando-se assim a maior taxa de uma população depressiva encontrada na América Latina e a segunda em todas as Américas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A pesquisa estima ainda que uma parcela da população no Brasil, entre 20% e 25%, tem, teve ou ainda terá depressão, o que a torna a doença mental mais recorrente em todo o país.

    Entre as causas estão a genética, a bioquímica cerebral (pode ser decorrente de uma deficiência nos neurotransmissores), e eventos traumáticos ou estressantes. O depressivo apresenta uma constante sensação de tristeza, de culpa e constantemente se autodesvaloriza, podendo manifestar ainda insônia, falta de energia e até sintomas físicos, como cansaço, mal estar e dor no peito.

    É preciso ficar atento aos sintomas para si e para pessoas a sua volta, e procurar um médico, pois o diagnóstico da depressão é clínico. A melhor maneira para se prevenir é buscando um estilo de vida saudável e combatendo o estresse do dia a dia.

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  6. Psicossomáticas: a pele e a saúde mental

    As doenças psicossomáticas são muito mais comuns no dia a dia das pessoas do que se possa imaginar. Elas apresentam como sintomas algumas alterações físicas sem uma causa específica identificada por exames, pois, geralmente, são originadas por desequilíbrios emocionais e mentais. A pele é um dos órgãos que mais sofre com esse distúrbio, uma vez que pode desencadear lesões, coceiras, formigamentos e alergias. As doenças psicossomáticas podem agravar ainda outras enfermidades relacionadas à pele, como o vitiligo, psoríase, quedas de cabelo, acne, entre outras.

    Traumas, ansiedade, depressão, situações de violência (seja física ou psicológica), trabalho em excesso e desilusões amorosas são algumas das principais causas dos distúrbios psicossomáticos.

    O tratamento é realizado com acompanhamento psicológico e psiquiátrico, por se tratar de um mal de cunho emocional. Fique atento aos sintomas! Se quiser excluir algumas possibilidades antes de recorrer ao tratamento psicológico, o site www.kayoah.com possui uma triagem on-line, que auxilia na identificação de problemas variados de pele e indica opções para amenizar e tratar alguns desses problemas. É possível acessar o site e selecionar o menu “Triagem On-Line”. O portal, no entanto, não substitui a consulta médica, por isso é preciso atenção aos sintomas e nunca descartar a ida ao médico.

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  7. Janeiro Branco e os cuidados com a saúde mental

    O primeiro mês do ano já começa com uma campanha de extrema importância: o Janeiro Branco, que busca promover a conscientização sobre os cuidados com a saúde mental. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só a depressão já afeta mais de 322 milhões de pessoas em todo o planeta, das quais 11,5 milhões são brasileiros. A OMS divulgou ainda que 264 milhões de pessoas têm transtornos de ansiedade em todo o mundo, 18,6 milhões só no Brasil. Devido a esses números alarmantes quem vêm crescendo com o passar dos anos, o projeto do Janeiro Branco foi idealizado em 2014, e propõe uma reflexão pessoal sobre a qualidade dos relacionamentos de cada pessoa e o quanto cada um conhece sobre si mesmo. A campanha acontece logo no início do ano para incetivar as pessoas a começarem novos ciclos mais sadios, tanto emocional quanto mentalmente.

    Aproveite o começo de 2020 e reflita sobre o tudo que aconteceu com você no ano passado. Promova e dê continuidade em tudo que lhe fez bem. Finalize e deixe para trás tudo o que trouxe desgosto e fez mal a você. Comece 2020 com o pé direito! Um ótimo ano novo, com mente e corpo sãos, a todos.

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